População pede medidas que aliem acolhimento social e mais segurança em um dos trechos mais movimentados do distrito.
Moradores e comerciantes voltaram a manifestar preocupação com o aumento de pessoas em situação de rua na Rua 33, em Itaipuaçu. Segundo relatos encaminhados ao Maricá Info, o grupo passou a permanecer novamente nas proximidades do Supermercado Point 34, próximo ao semáforo da região, nas últimas semanas.
De acordo com os denunciantes, a presença constante dessas pessoas tem aumentado a sensação de insegurança em uma área de grande circulação. Além disso, o trecho recebe diariamente um intenso fluxo de veículos, pedestres, estudantes e consumidores, concentrando diversos estabelecimentos comerciais.
Moradores pedem acolhimento e medidas para garantir a segurança
Os moradores destacam que o problema exige uma atuação que vá além da simples retirada das pessoas do local. Segundo eles, é fundamental que o município ofereça atendimento humanizado por meio da rede de assistência social.
Entre as medidas sugeridas estão o acolhimento, atendimento de saúde, acompanhamento especializado e encaminhamento para programas sociais que contribuam para a reinserção dessas pessoas na sociedade.
Comerciantes relatam preocupação
Os comerciantes da região também afirmam que parte da clientela demonstra receio ao passar pelo trecho, principalmente durante determinados períodos do dia e da noite.
Apesar disso, os relatos encaminhados ao Maricá Info não apontam crimes diretamente relacionados às pessoas que permanecem na área. No entanto, comerciantes e moradores afirmam que a situação tem provocado desconforto e aumentado a percepção de insegurança.
População pede atuação dos órgãos competentes
Por ser uma das principais vias de Itaipuaçu, a Rua 33 concentra grande movimentação de moradores, trabalhadores e visitantes. Diante desse cenário, a população solicita que os órgãos competentes adotem medidas que conciliem assistência social e segurança pública.
Os moradores defendem que as ações priorizem o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, ao mesmo tempo em que garantam mais tranquilidade para quem vive, trabalha e circula diariamente pela região.


